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Auxílio emergencial em 2021: ótimas notícias sobre o benefício foram divulgadas

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Diante do afastamento da população de seus respectivos empregos, foi necessário que o governo interviesse para que os brasileiros não entrassem na crise financeira, pois as empresas pararam e os comerciantes tiveram que suspender as vendas.

Foi então que o governo criou o auxílio emergencial, inicialmente destinado a remunerar os brasileiros em cinco parcelas de R$ 600,00, mas que foram prorrogadas posteriormente até o final deste ano.

Muitas pessoas já estão recebendo a última entrega de ajuda, mas a pandemia ainda não acabou. Diante disso, a Câmara planeja estender o benefício até março de 2021.

A conta para pagar a ajuda até o ano que vem é do senador Alessandro Vieira, que considera necessário que os brasileiros continuem a recebê-la até março.

Ele diz que a vacina Covid-19 não pode ser distribuída à população até agora, por isso acredita que os brasileiros precisarão de ajuda para manter suas necessidades básicas.

O projeto, se aprovado, vai beneficiar milhões de pessoas, já que várias famílias em todo o país vivem dos gastos com socorros emergenciais, cujas últimas prestações foram de R$ 300,00, o dobro dos chefes do mães. da família.

O presidente Jair Bolsonaro disse enfaticamente que estender a ajuda em 2021 seria a ‘maneira certa de quebrar a economia” e pretende anunciar em breve a Renda Cidadã – um programa que substituirá o Bolsa Família. “Nada dignifica mais uma pessoa do que um trabalho, é o que precisamos . Alguns querem perpetuar esses benefícios, ninguém vive assim, é o caminho certo para o fracasso”, disse Bolsonaro.

O senador defende três parcelas adicionais de alívio residual no valor de R$ 300. ‘Na verdade, infelizmente, a pandemia não acabou e a vacinação vai durar alguns meses. Não podemos aceitar o fim formal do desastre se o desastre continuar”. Vieira.

Paulo Guedes já anunciou a prorrogação do auxílio no caso de uma segunda vaga. Recentemente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a reconhecer a possibilidade de o governo continuar a pagar a ajuda caso o país seja afetado por uma segunda onda de contaminação do coronavírus, que parece ocorrer, de acordo com os números diários da doença. e um aumento exponencial de casos e óbitos. ‘Se houver uma segunda vaga, não é uma opção, é uma certeza (que o governo vai pagar novamente)”, afirmou o ministro.

Embora a probabilidade de uma nova onda de poluição ainda seja baixa, Guedes disse que retomar o pagamento do Alívio em 2021 seria mais fácil, pois o governo já digitalizou cerca de 67 milhões de brasileiros com a abertura da caderneta de poupança digital, onde parte do benefício foi pago este ano. ‘A gente está retirando gradativamente o incentivo, reduzimos a ajuda de R$ 600 pra R$ 300 e aí vai pra lá na frente numa versão da Renda Brasil ou no próprio Bolsa Família. Temos as duas possibilidades, é uma escolha política, disse Guedes.