Kamala Harris inspira líderes a usarem tecnologia para superar a crise

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Completamos um ano de pandemia no Brasil. Quando tudo começou, pouco podíamos saber a reverência dos desafios que enfrentaríamos nos meses seguintes. Acredito que falo pela maioria de nós quando digo que a esperança de que tudo pudesse se resolver estava presente desde o início.

Essa esperança, hoje, está frustrada. Vivemos um momento profundamente triste, com o pior mês da pandemia e o colapso das redes de saúde de diversas cidades. E as perspectivas não são animadoras, já que as crises político-institucionais parecem se solidificar uma vez que segmento do noticiário, contrariando o que deveria ser a tônica de um momento tão grave e urgente: união, coordenação, planejamento e entrega de resultados.

Mesmo diante de um momento tão terrível, acredito que é fundamental mantermos um olhar cordato aos exemplos, tecnologias e inovações que nos permitam trespassar da crise, salvar vidas e retomar o desenvolvimento do país.

Com isso, pergunto: você alguma vez imaginou que seria provável viver uma rede global de prefeitos e lideranças públicas dispostos a trocar práticas a reverência do uso da tecnologia e metodologias para a melhoria das cidades? Pois essas iniciativas existem e hoje gostaria de falar sobre uma delas, a Conferência CityLab 2021.

Tecnologia para enfrentar a covid-19

A Conferência CityLab foi criada pelo Aspen Institute e pela Bloomberg Philanthropies. Localizada nos Estados Unidos, essa organização filantrópica atua em cinco principais áreas —artes, ensino, meio envolvente, inovação governamental e saúde pública— e já contribuiu com a gestão de mais de 800 cidades e 170 países em todo o mundo. A organização também foi responsável por outras duas iniciativas no tema de cidades, a Mayors Challenges, que premia ideias inovadoras implementadas em cidades, e a What Cities Works, que apoia a utilização de dados para a gestão pública.

Em sua edição de 2021, a conferência trouxe insights valiosos para a gestão da pandemia e a recuperação pós-crise. A agenda do evento estava repleta de especialistas, gestores públicos, prefeitos e lideranças do terceiro setor. Os temas relacionados à pandemia, uma vez que vacinação, resiliência e recuperação econômica, estiveram presentes, mas a programação foi muito além.

Palestrantes discutiram questões estratégicas e sobre o horizonte das cidades, tais uma vez que, neutralidade de carbono, a construção de cidades mais justas, caminhos para a redução das desigualdades raciais e de renda e o combate às ameaças cibernéticas enfrentadas pelos governos.

Mas o grande destaque do evento foi a fala de Kamala Harris, vice-presidente dos Estados Unidos.

Kamala Harris trouxe também um ponto que é uma uniforme cá na pilar: uma vez que a pandemia de covid-19 transformou os governos, acelerando de maneira exponencial a transformação do dedo. Inovações surgiram, novas formas de atendimento, digitalização de serviços e o melhor, um olhar cada vez mais focado nos usuários dos serviços públicos e muito cordato às suas necessidades.

uma vez que proposta para superação da crise, a vice-presidente defendeu dois pontos fundamentais: a garantia de investimentos na infraestrutura das cidades e a geração de novos empregos, principalmente aqueles relacionados ao empreendedorismo: pequenos empreendedores, empresários e tantos outros —uma vez que discuti cá na última semana.

E ao mencionar o pacote de medidas para superação da crise que está em discussão pelo governo, Kamala Harris deixa uma mensagem inspiradora e que, acredito, deve ser também adotada por cá: “nós queremos que as cidades possam prosperar e não só sobreviver à crise”.

Precisamos ir além, sonhar grande e planejar o horizonte que queremos e merecemos.

As cidades do horizonte e o horizonte do Brasil

Precisamos de um espaço de discussão sobre o horizonte das cidades do Brasil.

Em 2018, o BrazilLAB promoveu a primeira conferência GovTech Brasil e, neste ano, repetiremos a ração: no segundo semestre está programa a GovTech Cidades Digitais. Se você tem interesse, acompanhe as notícias sobre o evento nas minhas redes e as do BrazilLAB.

Somente com a cooperação, a troca de melhores práticas e a definição conjunta de caminhos inovadores poderemos enfrentar problemas sistêmicos e globais. Com isso, acredito, conseguiremos prometer o desenvolvimento de nossas cidades e de uma pátria tão gigantesca quanto o Brasil.



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